QUEM SERÁ O PRÓXIMO QUE VAI SER CHUTADO?

Política

COLUNA OPINIÃO: Por Jackson Douglas

Desde que a família Oliveira chegou ao poder em Baraúna, um fato tem chamado atenção nos bastidores da política local: aliados fortes estão ficando pelo caminho.

Não é de hoje que figuras importantes da política baraunense, com história, voto e influência, acabaram rompendo com o grupo. Pessoas que ajudaram os Oliveiras a chegar ao poder acreditando em mudança, em renovação. Mas, ao longo do tempo, muitos desses aliados passaram a se incomodar, seja pela forma como eram tratados, seja pelo jeito dos oliveiras de fazer política em Baraúna.

São muitos exemplos como os ex-vereadores Fábio Moura, Fábio Júnior, Zezé da Agrícola, Deivid Simão, Daniel Pereira, Ailton Lopes, Marcos Fábio e tantos outros, que romperam com o projeto político da família. Cada um com sua versão, cada um com sua justificativa.

A pergunta que começa a ecoar nos corredores da prefeitura e nas rodas de conversa é simples e direta: quem será o próximo “chutado”?

Nos últimos dias, o nome do presidente da Câmara, Fabrício Equipadora, passou a circular com mais intensidade nos bastidores. Comentários dão conta de que a relação entre ele e a família Oliveira está amargando.

No último fim de semana, uma foto de Fabrício ao lado de adversários políticos, em sua casa de praia, causou um verdadeiro rebuliço. Para muitos, poderia ser apenas um registro social. Mas, em política, foto nunca é “apenas foto”.

Como se não bastasse, ainda circula o boato de que Fabrício teria sido “chutado” da coordenação de campanha do deputado Ivanilson Oliveira após atritos com o filho do parlamentar, que é pretenso candidato a prefeito em Baraúna. Fato que até o momento, o deputado não se pronunciou nem para negar nem confirmar a informação.

Será que Fabrício será o próximo a desembarcar? Ou a pergunta correta seria: Fabrício vai ser o próximo a ser “chutado” pelos oliveiras?

Uma coisa é certa: quando um grupo começa a perder aliados históricos, o problema pode não estar apenas em quem sai, mas na forma como se conduz o projeto de poder.

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