PESQUISA AFFARE: COM APOIO DE LULA, CADU XAVIER VAI A 25% E COLA EM ALLYSON NA DISPUTA PELO GOVERNO DO RN

Política

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13) pela 94 FM de Natal mostra um cenário competitivo na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.

De acordo com o levantamento, o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), aparece na liderança com 32,6% das intenções de voto. Logo atrás, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), tem 27,8%.

Já o candidato Cadu Xavier (PT), apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aparece com 25%, ficando a pouco mais de 2 pontos percentuais de Allyson. O desempenho coloca Cadu na disputa direta pelas primeiras posições, com tendência de crescimento à medida que se torna mais conhecido entre os eleitores.

A pesquisa indica que o cenário pode se intensificar nas próximas semanas, principalmente com a consolidação dos apoios políticos. Álvaro Dias conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O levantamento foi realizado pelo Instituto Affare, que ouviu 1.500 eleitores em todo o estado entre os dias 7 e 11 de abril. A margem de erro é de 2,58 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,5%. A pesquisa está registrada sob os números RN-07670/2026 e BR-08971/2026.

Ainda segundo os dados, 9,6% dos entrevistados disseram que pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 5% estão indecisos ou não responderam.


DISPUTA PELO SENADO

Na corrida pelo Senado, a pesquisa também aponta mudanças importantes. A vereadora de Natal, Samanda Alves (PT), aparece com 14,9% das intenções de voto, superando a senadora Zenaide Maia (PSD), que tem 7,3%.

Samanda é a candidata que substitui a governadora Fátima Bezerra, que não poderá disputar o cargo.

A liderança na disputa pelo Senado é do senador Styvenson Valentim (PSDB), com 20%, seguido por Coronel Hélio (PL), que tem 16,9%.

Outros nomes também aparecem na pesquisa, como Rafael Motta (8,6%) e Jean Paul Prates (8,2%).

Nesse cenário, os votos brancos, nulos e indecisos somam 24,1%, indicando que uma parcela significativa do eleitorado ainda não definiu seu voto.

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